Pai, perdoa o meu jeito de achar que sou perfeito
Vejo erro nas pessoas, e não olho meus defeitos
Justifico-me com o bem quando o mal eu pratiquei
No final, eu reconheço quando eu erro outra vez
Estou sempre declarando: "quero ser como criança"
Com o coração tão cheio de maldade e de vingança
Pai, perdoa o meu jeito de achar que sou perfeito
Sou tão falho pecador detalhado de defeitos.
Pai, meu Pai, tenho muito que mudar
Pai, meu Pai, me ajude a melhorar.
Pai, a minha oração pode parecer tão dura
É que essa realidade no meu peito só machuca
Não dava pra esperar, amanhã seria tarde
Te entregar meu coração é minha prioridade
Me olhando nessa hora ainda não sou perfeito
Mas eu sinto que me amas mesmo eu sendo desse jeito
Obrigado por me ouvir
Não vou nem me despedir
Fica aqui dentro de mim
Para nunca mais sair.
24 de agosto de 2011
23 de agosto de 2011
BORA SER FELIZ!!
"As pessoas complicam muito as coisas... Tá com saudades? Liga. Quer encontrar? Convida. Quer compreensão? Explique-se. Tá com dúvidas? Pergunta. Não gostou? Fala. Gostou? Fala mais. Quer algo? Pedir é a melhor maneira de começar a merecer. Se o "NÃO" você já tem, só corre o risco do "SIM"... A vida é uma só!!! Bora ser feliz..
18 de agosto de 2011
MANIFESTO CRISTÃO
UM AMIGO INDICOU A POSTAGEM. DURAS PALAVRAS, MAS DE INEGÁVEL REALIDADE E ATUALIDADE. QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA DE NÓS!
A maior parte do cristianismo evangélico hoje é fundamentado em clichês. A maior parte do nosso cristianismo vem de músicos que se dizem cristãos, e não da bíblia. A maior parte do que os evangélicos acreditam é ditado pela cultura secular e não pela escritura.
Poucos são os que encontram a porta estreita. Consequentemente, as ideias mais populares possivelmente não são os conceitos mais próximos da verdade bíblica. Nos dias de hoje, desconfie de qualquer “Best-seller”. Desconfie de qualquer um que for sucesso ou um furacão de vendas, simplesmente porque a genuína verdade cristã jamais foi e nunca será “digerida” pelas massas. A maior prova disso, é que mataram o seu autor. Se caiu no gosto da maioria é falso. Lembre-se, Jesus se referiu aos seus verdadeiros seguidores como “pequenino rebanho”.
A apostasia que a Bíblia nos advertiu que seria evidente nos últimos dias já está em pleno andamento. Somente aqueles que se mantiverem firmes a Palavra de Deus serão protegidos e salvos. Este remanescente de crentes fiéis será visto como pessoas antiquadas e de mentalidade fechada.
A natureza da salvação de Cristo é deploravelmente deturpada pelo evangelista moderno. Eles anunciam um Salvador do inferno ao invés de um Salvador do pecado. E é por isso que muitos são fatalmente enganados, pois há multidões que desejam escapar do Lago de fogo, mas que não têm nenhum desejo de ficarem livres de sua pecaminosidade e mundanismo. Sem santificação ninguém verá o Senhor.
Os Evangélicos modernos procuram encher suas igrejas de analfabetos bíblicos, convencendo-os que eles irão para o céu, simplesmente porque levantaram a mão e fizeram uma oração, como sinal de aceitação de Jesus como Salvador, e que Ele vai lhes dar o sucesso familiar, social e financeiro, se tiverem um nível de moralidade considerável e forem dizimistas fiéis; o que se constitui propaganda enganosa.
Muitos dizem não ter vergonha do evangelho, mas são uma vergonha para ele. A primeira geração de cristãos pós-modernos já está aí. São crentes que pouco ou nada sabem da Palavra de Deus e demonstram pouco ou nenhum interesse em conhecê-la. Cultivam uma espiritualidade egocêntrica, com nenhuma consciência missionária. Consideram tudo no mundo muito “normal” e não veem nenhuma relevância na cruz de Cristo. Acham que a radicalidade da fé bíblica é uma forma de fanatismo religioso impróprio e não demonstram nenhuma preocupação em lutar pelo que creem.
Você sabia que 80 á 90% das pessoas que “aceitam a Cristo” em trabalhos evangelísticos se “desviam” depois? O motivo de tudo isso tem sido esse evangelho centrado no homem que é pregado nos púlpitos, nas TVs e nas casas, onde o bem-estar e a prosperidade tem se tornado “mais valiosos” que o próprio sangue de Cristo. A graça já não basta mais (apesar dos louvores e acharmos Cristo tão meigo). O que nós realmente queremos é “o segredo” para sermos bem-sucedidos. Desejamos “uma vida com propósitos” para taparmos com peneira o vazio que sentimos. O Vazio de um espírito morto que somente Deus pode ressuscitar. Queremos “o melhor de Deus para nós” nesta vida, no lugar de tomarmos a nossa cruz e de negarmos a nós mesmos. Queremos conhecer “as leis da prosperidade” mais do que o Espírito de Santidade; e, para nos justificarmos, tentamos ser pessoas auto-motivadas e de alta performance, antes de sermos cristãos cuja alegria está em primeiro lugar Nele; e santos bem aceitos pelo mundo a despeito das Palavras de Jesus contrariar esse posicionamento.
A falha do evangelismo atual reside na sua abordagem humanista. Esse evangelho é francamente fascinado com o grande, barulhento, e agressivo mundo com seus grandes nomes, o seu culto a celebridade, a sua riqueza e sua pompa berrante. Para os milhões de pessoas que estão sempre, ano após ano, desejando a glória mundana, mas nunca conseguiram atingi-la, o moderno evangelho oferece rápido e fácil atalho para o desejo de seus corações. Paz de espírito, felicidade, prosperidade, aceitação social, publicidade, sucesso nos negócios, tudo isso na terra e finalmente, o céu. Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros de hoje pregam, ele nunca teria sido crucificado.
Hoje temos o espantoso espetáculo de milhões a ser derramado na tarefa de proporcionar irreligioso entretenimento terreno aos chamados filhos do céu. Entretenimento religioso é, em muitos lugares rápido meio de se esvaziar as sérias coisas de Deus. Muitas igrejas nestes dias tornaram-se pouco mais do que pobres teatros de quinta categoria onde se "produz" e mercadeja falsos “espetáculos” com a plena aprovação dos líderes evangélicos, que podem até mesmo citar um texto sagrado fora de contexto em defesa de suas delinquências. E dificilmente um homem se atreve a levantar a voz contra isso.
A maioria dos crentes não acredita que a Bíblia diz o que está escrito: acreditam que ela diz o que eles querem ouvir. Contornar a Palavra de Deus e chamar os nossos desejos de direção divina, só leva à multiplicação do pecado. Há muitos vagabundos religiosos no mundo que não querem estar amarrados a coisa alguma. Eles transformaram a graça de Deus em libertinagem pessoal e muitas vezes coletiva. Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas, sim, em você mesmo.
Ai de vocês que pregam seu falso evangelho, transformam a casa de Deus em comércio. Vendem seus CDs, vendem seus falsos milagres, vendem suas falsas unções, vendem falsas promessas de prosperidade, enquanto na verdade só vocês têm prosperado. Como escaparão do juízo que há de vir?
"Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: "Dura é essa palavra. Quem consegue ouvi-la?" Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido." João 6:60;66-65
A maior parte do cristianismo evangélico hoje é fundamentado em clichês. A maior parte do nosso cristianismo vem de músicos que se dizem cristãos, e não da bíblia. A maior parte do que os evangélicos acreditam é ditado pela cultura secular e não pela escritura.
Poucos são os que encontram a porta estreita. Consequentemente, as ideias mais populares possivelmente não são os conceitos mais próximos da verdade bíblica. Nos dias de hoje, desconfie de qualquer “Best-seller”. Desconfie de qualquer um que for sucesso ou um furacão de vendas, simplesmente porque a genuína verdade cristã jamais foi e nunca será “digerida” pelas massas. A maior prova disso, é que mataram o seu autor. Se caiu no gosto da maioria é falso. Lembre-se, Jesus se referiu aos seus verdadeiros seguidores como “pequenino rebanho”.
A apostasia que a Bíblia nos advertiu que seria evidente nos últimos dias já está em pleno andamento. Somente aqueles que se mantiverem firmes a Palavra de Deus serão protegidos e salvos. Este remanescente de crentes fiéis será visto como pessoas antiquadas e de mentalidade fechada.
A natureza da salvação de Cristo é deploravelmente deturpada pelo evangelista moderno. Eles anunciam um Salvador do inferno ao invés de um Salvador do pecado. E é por isso que muitos são fatalmente enganados, pois há multidões que desejam escapar do Lago de fogo, mas que não têm nenhum desejo de ficarem livres de sua pecaminosidade e mundanismo. Sem santificação ninguém verá o Senhor.
Os Evangélicos modernos procuram encher suas igrejas de analfabetos bíblicos, convencendo-os que eles irão para o céu, simplesmente porque levantaram a mão e fizeram uma oração, como sinal de aceitação de Jesus como Salvador, e que Ele vai lhes dar o sucesso familiar, social e financeiro, se tiverem um nível de moralidade considerável e forem dizimistas fiéis; o que se constitui propaganda enganosa.
Muitos dizem não ter vergonha do evangelho, mas são uma vergonha para ele. A primeira geração de cristãos pós-modernos já está aí. São crentes que pouco ou nada sabem da Palavra de Deus e demonstram pouco ou nenhum interesse em conhecê-la. Cultivam uma espiritualidade egocêntrica, com nenhuma consciência missionária. Consideram tudo no mundo muito “normal” e não veem nenhuma relevância na cruz de Cristo. Acham que a radicalidade da fé bíblica é uma forma de fanatismo religioso impróprio e não demonstram nenhuma preocupação em lutar pelo que creem.
Você sabia que 80 á 90% das pessoas que “aceitam a Cristo” em trabalhos evangelísticos se “desviam” depois? O motivo de tudo isso tem sido esse evangelho centrado no homem que é pregado nos púlpitos, nas TVs e nas casas, onde o bem-estar e a prosperidade tem se tornado “mais valiosos” que o próprio sangue de Cristo. A graça já não basta mais (apesar dos louvores e acharmos Cristo tão meigo). O que nós realmente queremos é “o segredo” para sermos bem-sucedidos. Desejamos “uma vida com propósitos” para taparmos com peneira o vazio que sentimos. O Vazio de um espírito morto que somente Deus pode ressuscitar. Queremos “o melhor de Deus para nós” nesta vida, no lugar de tomarmos a nossa cruz e de negarmos a nós mesmos. Queremos conhecer “as leis da prosperidade” mais do que o Espírito de Santidade; e, para nos justificarmos, tentamos ser pessoas auto-motivadas e de alta performance, antes de sermos cristãos cuja alegria está em primeiro lugar Nele; e santos bem aceitos pelo mundo a despeito das Palavras de Jesus contrariar esse posicionamento.
A falha do evangelismo atual reside na sua abordagem humanista. Esse evangelho é francamente fascinado com o grande, barulhento, e agressivo mundo com seus grandes nomes, o seu culto a celebridade, a sua riqueza e sua pompa berrante. Para os milhões de pessoas que estão sempre, ano após ano, desejando a glória mundana, mas nunca conseguiram atingi-la, o moderno evangelho oferece rápido e fácil atalho para o desejo de seus corações. Paz de espírito, felicidade, prosperidade, aceitação social, publicidade, sucesso nos negócios, tudo isso na terra e finalmente, o céu. Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros de hoje pregam, ele nunca teria sido crucificado.
Hoje temos o espantoso espetáculo de milhões a ser derramado na tarefa de proporcionar irreligioso entretenimento terreno aos chamados filhos do céu. Entretenimento religioso é, em muitos lugares rápido meio de se esvaziar as sérias coisas de Deus. Muitas igrejas nestes dias tornaram-se pouco mais do que pobres teatros de quinta categoria onde se "produz" e mercadeja falsos “espetáculos” com a plena aprovação dos líderes evangélicos, que podem até mesmo citar um texto sagrado fora de contexto em defesa de suas delinquências. E dificilmente um homem se atreve a levantar a voz contra isso.
A maioria dos crentes não acredita que a Bíblia diz o que está escrito: acreditam que ela diz o que eles querem ouvir. Contornar a Palavra de Deus e chamar os nossos desejos de direção divina, só leva à multiplicação do pecado. Há muitos vagabundos religiosos no mundo que não querem estar amarrados a coisa alguma. Eles transformaram a graça de Deus em libertinagem pessoal e muitas vezes coletiva. Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas, sim, em você mesmo.
Ai de vocês que pregam seu falso evangelho, transformam a casa de Deus em comércio. Vendem seus CDs, vendem seus falsos milagres, vendem suas falsas unções, vendem falsas promessas de prosperidade, enquanto na verdade só vocês têm prosperado. Como escaparão do juízo que há de vir?
"Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: "Dura é essa palavra. Quem consegue ouvi-la?" Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido." João 6:60;66-65
3 de maio de 2011
VOCÊ AINDA ESPERA UM PRÍNCIPE?
“Tenho visto servos andando a cavalo, e príncipes andando a pé, como servos.” Ec. 10.7
Tenho visto cansativamente (quase irritantemente) a cobertura do casamento entre o príncipe Willian e a plebéia Kate. Não posso desmerecer a importância do casamento do príncipe para um país que mantém a tradição da monarquia,ainda que discutida, e que o possível próximo rei é o noivo em questão. Não questiono também a cobertura exacerbada da imprensa sob o caso, a falta de matérias pode justificar isso.
O que quero comentar nesse artigo, são duas expressões largamente usadas nesses dias: casamento real e casamento nobre. Realeza e nobreza me pareceram dois institutos utilizados de maneira muito diferente do que se deveria. A reflexão que passo a fazer é a seguinte: na prática, o que seria de fato, um casamento “nobre” e um casamento “real”.
Enquanto as garotas ingênuas assistem televisão sonhando com um príncipe (nem precisa ser encantado), e os garotos admiram a beleza de Kate (viram como a irmã dela também é linda?rs), milhões de casais pelo mundo sonham em ter um casamento “real”, e buscam dar aos seus matrimônios um mínimo de nobreza.
A verdade é que quanto maior a pompa, menor é a verdade nesses casamentos. Faz-se um teatro para entreter a nação (nesse caso, o mundo), e pouco tempo depois os jornais e revistas de fofocas têm matérias de sobra sobre escândalos e separações. Nada de nobre. Nada de real.
Nobre é a cumplicidade, o respeito, o afeto. Nada mais nobre do que fazer o outro feliz, com muito ou pouco dinheiro. A nobreza está no caráter, e não na ascendência política de sangue azul que alguém possa ter. Nobre é poder se orgulhar da pessoa que está do seu lado e ser motivo de orgulho para ela. Nobre é cumprir os votos feitos de devoção mútua, ainda que em situações desfavoráveis. Nobre é o amor.
E realeza? Real deve ser os olhares, as palavras, que, mesmo duras, vem acompanhadas da intenção de melhorar um ao outro. Realeza é dar tratamento de príncipe aos filhos, não lhes dando o “reino” nas mãos, mas fazendo-lhes ter o sentimento de que são especiais e importantes. Casamento real tem discussão, tem incompatibilidades, mas tem, sobretudo, a arte e o desejo do entendimento e da composição. Realeza é não fazer da ira instrumento de agressão; é valorizar a pessoa mais do que o próprio casamento.
Pensando nisso, fica fácil entender que os plebeus costumam ser mais nobres e mais reais do que as estrelas que ocupam nossa TV e as páginas dos nossos jornais. E quer saber de uma coisa? Nobreza e realeza estão dentro de cada um de nós, da postura que você toma diante do que é o “seu reino”!
Tenho visto cansativamente (quase irritantemente) a cobertura do casamento entre o príncipe Willian e a plebéia Kate. Não posso desmerecer a importância do casamento do príncipe para um país que mantém a tradição da monarquia,ainda que discutida, e que o possível próximo rei é o noivo em questão. Não questiono também a cobertura exacerbada da imprensa sob o caso, a falta de matérias pode justificar isso.
O que quero comentar nesse artigo, são duas expressões largamente usadas nesses dias: casamento real e casamento nobre. Realeza e nobreza me pareceram dois institutos utilizados de maneira muito diferente do que se deveria. A reflexão que passo a fazer é a seguinte: na prática, o que seria de fato, um casamento “nobre” e um casamento “real”.
Enquanto as garotas ingênuas assistem televisão sonhando com um príncipe (nem precisa ser encantado), e os garotos admiram a beleza de Kate (viram como a irmã dela também é linda?rs), milhões de casais pelo mundo sonham em ter um casamento “real”, e buscam dar aos seus matrimônios um mínimo de nobreza.
A verdade é que quanto maior a pompa, menor é a verdade nesses casamentos. Faz-se um teatro para entreter a nação (nesse caso, o mundo), e pouco tempo depois os jornais e revistas de fofocas têm matérias de sobra sobre escândalos e separações. Nada de nobre. Nada de real.
Nobre é a cumplicidade, o respeito, o afeto. Nada mais nobre do que fazer o outro feliz, com muito ou pouco dinheiro. A nobreza está no caráter, e não na ascendência política de sangue azul que alguém possa ter. Nobre é poder se orgulhar da pessoa que está do seu lado e ser motivo de orgulho para ela. Nobre é cumprir os votos feitos de devoção mútua, ainda que em situações desfavoráveis. Nobre é o amor.
E realeza? Real deve ser os olhares, as palavras, que, mesmo duras, vem acompanhadas da intenção de melhorar um ao outro. Realeza é dar tratamento de príncipe aos filhos, não lhes dando o “reino” nas mãos, mas fazendo-lhes ter o sentimento de que são especiais e importantes. Casamento real tem discussão, tem incompatibilidades, mas tem, sobretudo, a arte e o desejo do entendimento e da composição. Realeza é não fazer da ira instrumento de agressão; é valorizar a pessoa mais do que o próprio casamento.
Pensando nisso, fica fácil entender que os plebeus costumam ser mais nobres e mais reais do que as estrelas que ocupam nossa TV e as páginas dos nossos jornais. E quer saber de uma coisa? Nobreza e realeza estão dentro de cada um de nós, da postura que você toma diante do que é o “seu reino”!
13 de abril de 2011
DE ONDE NASCE UM MILAGRE?
“Poderá Deus preparar uma mesa no deserto?” Salmos 78.19
Todos nós queremos receber alguma coisa de Deus que, de tão grande, distante ou improvável, a chamamos de MILAGRE. Em algum lugar e em algum tempo da nossa vida recorrerem os ao poder de Deus para nos dar alguma coisa ou para fazer por nós alguma coisa.
Geralmente esperamos que essa intervenção venha de alguém ou de algum lugar farto, de algum poço abundante ou de alguma fonte humanamente confiável. Mas não é assim que Deus costuma produzir seus milagres.
Inicialmente, vale considerar o poder da soberana vontade de Deus. Se ele não quiser, não vai acontecer. E nem adianta aquela conversa de permissão. Se ele disser não, não vai acontecer.
Depois disso, é preciso imaginar a necessidade. Deus não fará nada sem propósito ou utilidade. Ele não é obrigado a atender os meus caprichos ou fazer qualquer coisa simplesmente porque o “servo” dele está pedindo. Deus é prático e focado, sempre que faz alguma coisa, faz com propósito, endereço e utilidade.
Não posso esquecer também da fé do suplicante. Imagino que em certos momentos até há milagres disponíveis, mas não existe fé no que está pedindo. Ou pior do que isso, pedir uma coisa esperando outra. É o exemplo da mãe que ora pedindo que o filho volte pra casa em paz, mas fica esperando o telefonema do hospital ou de alguma outra má noticia; ou ainda daquele que pede um emprego mas já espera que no próximo mês precisará de recorrer a auxílios. Sem fé não se recebe o que se pede. A fé é o combustível, a ponte, a chave, o imã do milagre. Não significa crer muito, mas crer ao menos que apenas do Senhor poderá vir o milagre.
E de onde brota um milagre? Qual o útero adequado para gerar-se um milagre? A resposta é simples: onde houver uma necessidade dele.
Pode ser de uma botija de azeite, de um deserto estéril, de um casal de velhos incrédulos, de um pedido ousado, do alto de uma figueira, do lodo tirado do chão, de uma sepultura fétida, de uma cesta com um pequeno lanche, da pedra no estilingue de um garoto, de um toque ousado em um manto, ou seja, de lugares improváveis, de pessoas pouco cogitáveis e de circunstancias inimagináveis.
Sabe porque? Porque vem da mão de Deus, e essa mão está em todos os lugares, inclusive aí aonde você está agora! Seja no leito de um hospital, num deserto espiritual, numa guerra familiar, numa crise conjugal, numa dúvida persistente,num momento difícil da vida ou no pior momento da sua vida, exatamente onde e como você estiver, DEUS PODE FAZER NASCER UM MILAGRE!
Todos nós queremos receber alguma coisa de Deus que, de tão grande, distante ou improvável, a chamamos de MILAGRE. Em algum lugar e em algum tempo da nossa vida recorrerem os ao poder de Deus para nos dar alguma coisa ou para fazer por nós alguma coisa.
Geralmente esperamos que essa intervenção venha de alguém ou de algum lugar farto, de algum poço abundante ou de alguma fonte humanamente confiável. Mas não é assim que Deus costuma produzir seus milagres.
Inicialmente, vale considerar o poder da soberana vontade de Deus. Se ele não quiser, não vai acontecer. E nem adianta aquela conversa de permissão. Se ele disser não, não vai acontecer.
Depois disso, é preciso imaginar a necessidade. Deus não fará nada sem propósito ou utilidade. Ele não é obrigado a atender os meus caprichos ou fazer qualquer coisa simplesmente porque o “servo” dele está pedindo. Deus é prático e focado, sempre que faz alguma coisa, faz com propósito, endereço e utilidade.
Não posso esquecer também da fé do suplicante. Imagino que em certos momentos até há milagres disponíveis, mas não existe fé no que está pedindo. Ou pior do que isso, pedir uma coisa esperando outra. É o exemplo da mãe que ora pedindo que o filho volte pra casa em paz, mas fica esperando o telefonema do hospital ou de alguma outra má noticia; ou ainda daquele que pede um emprego mas já espera que no próximo mês precisará de recorrer a auxílios. Sem fé não se recebe o que se pede. A fé é o combustível, a ponte, a chave, o imã do milagre. Não significa crer muito, mas crer ao menos que apenas do Senhor poderá vir o milagre.
E de onde brota um milagre? Qual o útero adequado para gerar-se um milagre? A resposta é simples: onde houver uma necessidade dele.
Pode ser de uma botija de azeite, de um deserto estéril, de um casal de velhos incrédulos, de um pedido ousado, do alto de uma figueira, do lodo tirado do chão, de uma sepultura fétida, de uma cesta com um pequeno lanche, da pedra no estilingue de um garoto, de um toque ousado em um manto, ou seja, de lugares improváveis, de pessoas pouco cogitáveis e de circunstancias inimagináveis.
Sabe porque? Porque vem da mão de Deus, e essa mão está em todos os lugares, inclusive aí aonde você está agora! Seja no leito de um hospital, num deserto espiritual, numa guerra familiar, numa crise conjugal, numa dúvida persistente,num momento difícil da vida ou no pior momento da sua vida, exatamente onde e como você estiver, DEUS PODE FAZER NASCER UM MILAGRE!
8 de dezembro de 2010
MARANATA! ORA VEM SENHOR JESUS!
MARANATA: ORA VEM SENHOR JESUS!
“Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!”.
1 - A VOLTA DO SENHOR JESUS
Talvez não exista na bíblia assunto que cause, ao mesmo tempo, reações tão variadas nas pessoas como esse que estamos falando. Alguns ficam confusos, outros se alegram, alguns outros sentem medo, muitos ansiedade. Mas todos são chamados a reagir de alguma forma a essa realidade tão alvissareira que é a volta de Jesus.
Não nos prenderemos a analisar e debater questões teólogo-escatológicas a respeito do tema, o que demandaria muito tempo, informação, espaço e coragem (não que este último item tenha nos faltado), mas tentaremos trazer algumas reflexões bastante práticas sobre a nossa mais gloriosa esperança.
A partir do que diz o apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 4.16, vamos extrair nossas primeiras linhas de meditação:
“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”.
A ordem de que nos fala Paulo, revela a fidelidade de Deus em cumprir sua promessa, feita não apenas a igreja, mas todos os homens sentirão o efeito deste acontecimento. Para os crentes, há um sentimento de amor, esperança, trabalho, oração, respeito e vigilância. Para os incrédulos, hoje é motivo de zombaria, mas se transformará em vergonha, surpresa e arrependimento tardio.
Permitam-me voltar ao texto bíblico, para fazer algumas cosiderações:
I – Encontro Pessoal
Um dos fatos mais agradáveis sobre o arrebatamento é que será um encontro particular, pessoal e personalizado de cada crente com o Senhor. Não foi exatamente o que Ele prometeu aos seus seguidores?
“Não vos deixarei órfãos, voltarei a vós”. (João 14.28).
Numa vida de tantas promessas descumpridas, desencontros e decepções é como se ouvíssemos a voz de Deus dizendo: “fique tranqüilo, não vou mandar representante e nem vou te esperar em algum lugar, eu vou pessoalmente me encontrar contigo”. Não é maravilhoso isso?
II – Encontro Vitorioso
Você já deve ter percebido que temos grande facilidade em aliar-nos a pessoas vitoriosas. Campeões atraem multidões, vinculam projetos, motivam grupos e tornam-se símbolo de sua geração. Jesus foi muito que isso. Imagine que qualquer religião do mundo subsistiria sem seu líder, seria simplesmente alterar seus fundamentos. Já no cristianismo, Jesus é a razão de ser de qualquer motivação, e essa motivação dura séculos, gerações, culturas e vence crenças a cada dia. Por que isso? Porque ELE é vitorioso!
Se ele não tivesse ressuscitado nossa crença seria boba, vã. Mas ele está vivo! E nos fará vitoriosos com ele também através da ressurreição. Será uma vitória sobre o medo, a fraqueza, a morte, a tentação, o pecado, o mundo. Uma vitória com sabor de eternidade.
III – Encontro Eterno
Alguém diz que o que é bom, dura pouco, e, de fato, os maiores prazeres da vida são curtos, arbitrários e limitados. Não temos o controle sobre a dor e o sofrimento, de igual modo sobre a felicidade e a alegria. Somos em tudo limitados.
Mas isso não será sempre assim. Deus, com seu caráter eterno nos fará eternos com Ele. Reflita nessas duas passagens:
“ ...aquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou de nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!”.
“Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”
Não precisaria dizer mais nada, mas ousarei te lembrar algumas coisas que me estimulam a fazer o convite “maranata” todos os dias da minha vida. Eu não vou chorar, pra sempre; eu não vou pecar, pra sempre; eu serei povo de Deus, pra sempre; não vou sofrer a morte de ninguém, pra sempre; terei consolo presente e imediato do Senhor, pra sempre; não terei depressões, pra sempre; não serei frustrado, pra sempre! Aleluia, pra sempre! Acho que não preciso mais falar sobre esse texto, por enquanto.
2 – OS SINAIS
Jesus disse que os sinais da sua vinda seriam claros:
“Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerra; vede, não vos assusteis porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim”. (Mateus 24.4-6)
Identificaremos alguns comportamentos em vários apontamentos que lançam luz sobre a volta de Jesus:
Substituição expressa e tácita da pessoa de Cristo;
Conflitos políticos;
Catástrofes sociais, naturais e ecológicas;
Relacionamentos fragilizados e conflituosos;
Apostasia, esfriamento do amor.
3 – O EVENTO
Não há data e hora definida para a volta de Jesus, mas a absoluta certeza de que ela ocorrerá é que motiva cada crente ao trabalho do reino. Observe o que disse o Senhor:
“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações”. Então, virá o fim. (Mateus 24.14).
Não acredito que a igreja tenha o poder de determinar o tempo do arrebatamento, não nos seria dado uma prerrogativa capaz de afrontar o absoluto poder de Deus sobre as épocas, mas creio que a entrega ao trabalho é que torna a espera por Jesus agradável e menos desgastante. O tempo de Deus em relação ao seu retorno, mais tem a ver com sua misericórdia do que com a disposição do seu povo ao serviço evangelístico, apesar de que, a esperança da vinda gloriosa de Jesus nos move, inevitavelmente, ao trabalho.
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se”. (2 Pedro 3.9)
O fato de ser um evento sem data, não será surpresa para a igreja que o aguarda tão ansiosamente. Os cristãos da época de Paulo já aguardavam Jesus em seus dias. O fato dele dizer que ninguém sabe do dia e hora, não é para estarmos desapercebidos a ponto de sermos surpreendidos, mas vigilantes e preparados.
A volta de Jesus é um estímulo à comunhão entre os santos, conforme aprendemos com o ensinamento de Paulo:
“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha”. (I Coríntios 11.26)
Nossa comunhão não se expressa pelo fato de freqüentarmos a mesma igreja ou de participarmos do mesmo departamento, muito menos por seguirmos as mesmas regras e ordenamentos, mas no fato de participarmos de um só corpo. É a vital diferença entre viver apenas em união, a comunhão é o caminho da unidade.
Se temos esperança no retorno do mestre, a comunhão, o amor recíproco, o suporte para com os mais fracos deve ser uma marca indelével em cada “arrebatado”.
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dizer MARANATA é mais do que convidar Jesus a que volte, mas assumir uma vida correspondente com esse convite. É amá-lo, desejar sua presença a cada instante de vida, imitar seus passos e divulgar isso ao máximo de pessoas que pudermos. Jesus vem, e isso nos enche de alegria e esperança. MARANATA!
“Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!”.
1 - A VOLTA DO SENHOR JESUS
Talvez não exista na bíblia assunto que cause, ao mesmo tempo, reações tão variadas nas pessoas como esse que estamos falando. Alguns ficam confusos, outros se alegram, alguns outros sentem medo, muitos ansiedade. Mas todos são chamados a reagir de alguma forma a essa realidade tão alvissareira que é a volta de Jesus.
Não nos prenderemos a analisar e debater questões teólogo-escatológicas a respeito do tema, o que demandaria muito tempo, informação, espaço e coragem (não que este último item tenha nos faltado), mas tentaremos trazer algumas reflexões bastante práticas sobre a nossa mais gloriosa esperança.
A partir do que diz o apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 4.16, vamos extrair nossas primeiras linhas de meditação:
“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”.
A ordem de que nos fala Paulo, revela a fidelidade de Deus em cumprir sua promessa, feita não apenas a igreja, mas todos os homens sentirão o efeito deste acontecimento. Para os crentes, há um sentimento de amor, esperança, trabalho, oração, respeito e vigilância. Para os incrédulos, hoje é motivo de zombaria, mas se transformará em vergonha, surpresa e arrependimento tardio.
Permitam-me voltar ao texto bíblico, para fazer algumas cosiderações:
I – Encontro Pessoal
Um dos fatos mais agradáveis sobre o arrebatamento é que será um encontro particular, pessoal e personalizado de cada crente com o Senhor. Não foi exatamente o que Ele prometeu aos seus seguidores?
“Não vos deixarei órfãos, voltarei a vós”. (João 14.28).
Numa vida de tantas promessas descumpridas, desencontros e decepções é como se ouvíssemos a voz de Deus dizendo: “fique tranqüilo, não vou mandar representante e nem vou te esperar em algum lugar, eu vou pessoalmente me encontrar contigo”. Não é maravilhoso isso?
II – Encontro Vitorioso
Você já deve ter percebido que temos grande facilidade em aliar-nos a pessoas vitoriosas. Campeões atraem multidões, vinculam projetos, motivam grupos e tornam-se símbolo de sua geração. Jesus foi muito que isso. Imagine que qualquer religião do mundo subsistiria sem seu líder, seria simplesmente alterar seus fundamentos. Já no cristianismo, Jesus é a razão de ser de qualquer motivação, e essa motivação dura séculos, gerações, culturas e vence crenças a cada dia. Por que isso? Porque ELE é vitorioso!
Se ele não tivesse ressuscitado nossa crença seria boba, vã. Mas ele está vivo! E nos fará vitoriosos com ele também através da ressurreição. Será uma vitória sobre o medo, a fraqueza, a morte, a tentação, o pecado, o mundo. Uma vitória com sabor de eternidade.
III – Encontro Eterno
Alguém diz que o que é bom, dura pouco, e, de fato, os maiores prazeres da vida são curtos, arbitrários e limitados. Não temos o controle sobre a dor e o sofrimento, de igual modo sobre a felicidade e a alegria. Somos em tudo limitados.
Mas isso não será sempre assim. Deus, com seu caráter eterno nos fará eternos com Ele. Reflita nessas duas passagens:
“ ...aquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou de nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!”.
“Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”
Não precisaria dizer mais nada, mas ousarei te lembrar algumas coisas que me estimulam a fazer o convite “maranata” todos os dias da minha vida. Eu não vou chorar, pra sempre; eu não vou pecar, pra sempre; eu serei povo de Deus, pra sempre; não vou sofrer a morte de ninguém, pra sempre; terei consolo presente e imediato do Senhor, pra sempre; não terei depressões, pra sempre; não serei frustrado, pra sempre! Aleluia, pra sempre! Acho que não preciso mais falar sobre esse texto, por enquanto.
2 – OS SINAIS
Jesus disse que os sinais da sua vinda seriam claros:
“Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerra; vede, não vos assusteis porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim”. (Mateus 24.4-6)
Identificaremos alguns comportamentos em vários apontamentos que lançam luz sobre a volta de Jesus:
Substituição expressa e tácita da pessoa de Cristo;
Conflitos políticos;
Catástrofes sociais, naturais e ecológicas;
Relacionamentos fragilizados e conflituosos;
Apostasia, esfriamento do amor.
3 – O EVENTO
Não há data e hora definida para a volta de Jesus, mas a absoluta certeza de que ela ocorrerá é que motiva cada crente ao trabalho do reino. Observe o que disse o Senhor:
“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações”. Então, virá o fim. (Mateus 24.14).
Não acredito que a igreja tenha o poder de determinar o tempo do arrebatamento, não nos seria dado uma prerrogativa capaz de afrontar o absoluto poder de Deus sobre as épocas, mas creio que a entrega ao trabalho é que torna a espera por Jesus agradável e menos desgastante. O tempo de Deus em relação ao seu retorno, mais tem a ver com sua misericórdia do que com a disposição do seu povo ao serviço evangelístico, apesar de que, a esperança da vinda gloriosa de Jesus nos move, inevitavelmente, ao trabalho.
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se”. (2 Pedro 3.9)
O fato de ser um evento sem data, não será surpresa para a igreja que o aguarda tão ansiosamente. Os cristãos da época de Paulo já aguardavam Jesus em seus dias. O fato dele dizer que ninguém sabe do dia e hora, não é para estarmos desapercebidos a ponto de sermos surpreendidos, mas vigilantes e preparados.
A volta de Jesus é um estímulo à comunhão entre os santos, conforme aprendemos com o ensinamento de Paulo:
“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha”. (I Coríntios 11.26)
Nossa comunhão não se expressa pelo fato de freqüentarmos a mesma igreja ou de participarmos do mesmo departamento, muito menos por seguirmos as mesmas regras e ordenamentos, mas no fato de participarmos de um só corpo. É a vital diferença entre viver apenas em união, a comunhão é o caminho da unidade.
Se temos esperança no retorno do mestre, a comunhão, o amor recíproco, o suporte para com os mais fracos deve ser uma marca indelével em cada “arrebatado”.
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dizer MARANATA é mais do que convidar Jesus a que volte, mas assumir uma vida correspondente com esse convite. É amá-lo, desejar sua presença a cada instante de vida, imitar seus passos e divulgar isso ao máximo de pessoas que pudermos. Jesus vem, e isso nos enche de alegria e esperança. MARANATA!
6 de dezembro de 2010
RECEBENDO O PERDÃO DE DEUS
Neste texto, gostaria de fazer alguns apontamentos a respeito de um assunto que tem sido a causa de muitas tragédias em todo o mundo e destruído, principalmente, a vida espiritual de muitas pessoas. Estamos falando do medo e da culpa.
O grande opressor da humanidade tem tentado de todas as formas prender as pessoas a estes dois sentimentos porque eles levam sempre à frustração, ao desespero, à depressão, além de colocar distancia entre os homens e Deus.
Quando recebemos a Jesus e confessamos nossos pecados a Deus, a Bíblia diz que o Senhor aplica em nós Sua justiça e fidelidade e perdoa os nossos pecados (I Jo 1:9).
É verdade que os nossos erros nos afastam do Senhor e causam aflição e dor, mas Deus é capaz de arrancar de nós o pecado e todas suas raízes (Sl 25.18).
Alguns conselhos poderão ajudar você a se livrar da culpa e receber o verdadeiro perdão de Deus:
• Faça um conserto bem feito. Seja sincero diante do Senhor e conte tudo a Ele, pois só Deus pode perdoar pecado (Dn 9:9);
• Procure ajuda certa. Converse com seu líder espiritual, peça orientação e auxílio em oração; ele é a pessoa designada por Deus para te ajudar. (Tg 5:16);
• Procure viver uma vida de santidade. Santidade não está apenas em fazer ou deixar de fazer alguma coisa, mas acima de tudo, em amar a Deus sobre todas as coisas. (Rm 6:22);
• Rejeite acusações. O diabo tem prazer em trazer o passado a sua memória, resista-o em nome de Jesus. (Tg 4:7-10);
• Esqueça seus erros do passado. Acredite que Deus, ao perdoar seus pecados, não se lembra mais deles. (Hb 10:17; Mq 7:19; Is 43:25);
• Proteja o seu coração com a palavra de Deus. Uma vida de comunhão com o Senhor através da palavra é o segredo para vencer o pecado. (Sl 119:11);
• Viva uma vida de adoração. Adorar a Deus é uma forma se mostrar agradecido pela benção da restauração. Adoração é um estilo de vida!
E que Deus o abençoe em nome do Senhor Jesus!
O grande opressor da humanidade tem tentado de todas as formas prender as pessoas a estes dois sentimentos porque eles levam sempre à frustração, ao desespero, à depressão, além de colocar distancia entre os homens e Deus.
Quando recebemos a Jesus e confessamos nossos pecados a Deus, a Bíblia diz que o Senhor aplica em nós Sua justiça e fidelidade e perdoa os nossos pecados (I Jo 1:9).
É verdade que os nossos erros nos afastam do Senhor e causam aflição e dor, mas Deus é capaz de arrancar de nós o pecado e todas suas raízes (Sl 25.18).
Alguns conselhos poderão ajudar você a se livrar da culpa e receber o verdadeiro perdão de Deus:
• Faça um conserto bem feito. Seja sincero diante do Senhor e conte tudo a Ele, pois só Deus pode perdoar pecado (Dn 9:9);
• Procure ajuda certa. Converse com seu líder espiritual, peça orientação e auxílio em oração; ele é a pessoa designada por Deus para te ajudar. (Tg 5:16);
• Procure viver uma vida de santidade. Santidade não está apenas em fazer ou deixar de fazer alguma coisa, mas acima de tudo, em amar a Deus sobre todas as coisas. (Rm 6:22);
• Rejeite acusações. O diabo tem prazer em trazer o passado a sua memória, resista-o em nome de Jesus. (Tg 4:7-10);
• Esqueça seus erros do passado. Acredite que Deus, ao perdoar seus pecados, não se lembra mais deles. (Hb 10:17; Mq 7:19; Is 43:25);
• Proteja o seu coração com a palavra de Deus. Uma vida de comunhão com o Senhor através da palavra é o segredo para vencer o pecado. (Sl 119:11);
• Viva uma vida de adoração. Adorar a Deus é uma forma se mostrar agradecido pela benção da restauração. Adoração é um estilo de vida!
E que Deus o abençoe em nome do Senhor Jesus!
4 de dezembro de 2010
NÃO ADIANTA FUGIR
"Veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai a grande cidade de Nínive, e clama contra, porque a sua malícia subiu até mim. Mas Jonas levantou-se a fim de fugir da face do Senhor para Társis, para longe da presença do Senhor" Jonas 1.1-3.
Um olhar rápido e panorâmico sobre o livro de Jonas, pode ofuscar a grandeza da mensagem e das lições deixadas por este profeta. Alguns chegam a dizer que dos dezessete livros proféticos, o de Jonas é o menos profético, devido a sua pequenez e obscuridade entre os relatos vétero-testamentários.
Jonas profetizou durante o reinado de Jeroboão II, o rei mais poderoso de Israel, numa época em que a Assíria, país do qual Nínive era a cidade mais importante, era o maior inimigo do povo de Israel, vindo, inclusive, a consquistá-lo em 722 a.C.
O livro de Jonas começa com sua fuga. Podemos conjeturar algumas possíveis razões para a deserção deste profeta.
Jonas odiava os poderosos e ímpios assírios, que eram munícipes de uma cidade arrogante e perversa. Como todo judeu, o sentimento de pureza exclusiva fazia parte do coração de Jonas que se apresenta relutante, egoísta e rancoroso em relação àqueles que o Senhor Jeová decidiu aplicar misericórdia.
Outra razão pontual para o abandono da missão, certamente foi o preconceito fundado em razões de espiritualidade. Jonas se sentia mais puro e como conhecia o coração misericordioso de Deus, não queria admitir que os ninivitas fossem alcançados por essa misericórdia.
Por estas e outras razões, ele resolve fugir. Fugir da “presença do Senhor”. Medíocre tentativa de Jonas, pois o pensamento de Davi demonstra a impossibilidade do desejo deste profeta:
"Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?" Salmos 139.7
É impossível fugir da presença do Senhor. Você que está lendo esta mensagem, talvez esteja vivendo como Jonas, distante dos planos de Deus, se escondendo da vontade do Senhor ou amedrontado com o que pode acontecer se você se entregar plenamente aos caminhos do Eterno, a verdade que você precisa saber é esta: Todas as vezes que você fugir, Deus te trará de volta ao mesmo lugar de onde você saiu.
Foi assim com Moisés, com Paulo, com Abraão, com Jonas, comigo e certamente será assim com você. Andar fora da vontade de Deus é vaguear erroneamente por caminhos escuros, perder os tempos áureos da vida, se meter em projetos frustrantes, render-se à expectativas e motivações erradas e voltar para o mesmo lugar.
Jonas decide fugir para Társis como se Deus não conhecesse todas as rotas. Os caminhos de Deus permitem que Ele tenha um visão de todos os nossos atalhos:
"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos" Isaías 55.8,9.
A “engenharia de tráfego” de Deus é perfeita! Ele sabe que em alguns de nossos caminhos haverão enchentes, rios para atravessar e dificuldades afins. Por esta razão ele nos convida para andar nos Seus caminhos, dentro dos Seus planos, pode até parecer mais perigoso, mais distante ou mais cansativo, mas creia, é o melhor caminho.
Outra coisa que me impressiona na fuga alucinada de Jonas, é que durante o percurso para Társis, Deus começa a dar ordens a seres e pessoas e todos obedecem, exceto Jonas.
Deus dá ordem ao vento, aos marinheiros, ao peixe, ao mar e todos obedecem. Jonas permanece relutante, complicado, intransigente. Nem o absurdo natural provocado pelo Senhor, enviando um grande peixe para levá-lo à praia, consegue amolecer o coração de pedra de Jonas.
Os milagres que envolveram a fuga do profeta também não fizeram diferença para os sentimentos mesquinhos do mesmo. A salvação dos marinheiros, a conversão em massa na cidade de Nínive, o nascimento do arbusto, o desaparecimento do arbusto, etc. nada fez Jonas mudar de idéia.
Isso está refletido em nossos dias e é chamado pelo escritor Ruben Amorese de “Síndrome de Jonas”. E estamos sendo dominados por ela em nossa vida pessoal, em nosso relacionamento com Deus, em nossas igrejas, enfim.
Sintomas da Síndrome? Fugimos a todo instante. Buscamos intensamente aquilo que nos dá prazer e satisfação, sem nos importar qual seja a vontade de Deus, alimentamos nossos preconceitos religiosos e denominacionais a todo instante, oramos o que não sentimos, assim como Jonas fez nos interior do peixe, e achamos que Deus se engana com o nosso coração podre, hipócrita e leviano.
Além disso, negamos nossa fé Naquele que nos chamou, e dormimos no barco da vida enquanto as pessoas em nossa volta lutam desesperadamente buscando uma forma de não serem tragadas pelo mar violento desta vida.
E o pior de tudo, recusamos a misericórdia de Deus em nós e nos outros. Observe as palavras de Jonas:
"E orou ao Senhor e disse: Ah! Senhor! Não foi isso o que eu disse, quando estando ainda na minha terra? Por isso, me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te arrependes do mal" Jonas 4.2.
Jonas parece repreender ao Senhor por Ele ter agido com benevolência para com os ninivitas.
Francamente, Jonas me parece alguns crentes da minha igreja que acham seus costumes formam fatores sine qua non para salvação, que colocam em xeque a entrada no céu das pessoas que não participam da mesma opinião, que querem impor regras à manifestação da graça de Deus, ignorando o que foi dito pelo apóstolo:
"Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens" Tito 2.11.
Se parece com alguns pastores, que criam regras e regulamentos na intenção de fazer valer suas idéias e ignoram completamente o entendimento sadio e correto das sagradas escrituras, levando o povo à ignorância e a uma escravidão em nome da fé.
Jonas se parece muito comigo, um sujeito complicado, relutante ao ouvir uma determinação divina, que não consegue se entregar à vontade soberana de Deus, unicamente por falta de fé, de se desprender intelectualmente e acreditar que Aquele que comissiona e convida é responsável pelos resultados. Eu me vejo na figura de Jonas como um profeta medroso, um crente inconstante e um apóstolo intransigente.
Apesar de tudo isso, há em Jonas uma solução para tudo isso, veja o que Deus disse a Jonas:
"E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?" Jonas 4.11
A bondade de Deus para aplicar misericórdia, independe da vontade ou do sentimento de outras pessoas. Não importa com quem você se identifique nesta história, se com os ninivitas, ou com os marinheiros desesperados ou com o profeta fujão. Não adianta fugir. A graça de Deus te alcança onde você estiver e a vontade dele se cumpre seja onde for!
Sujeitemo-nos, portanto aos desejos de Deus, expressos na sua palavra, compreendendo que a sua vontade é sempre boa, perfeita e agradável.
Que o grande Rei te abençoe.
Um olhar rápido e panorâmico sobre o livro de Jonas, pode ofuscar a grandeza da mensagem e das lições deixadas por este profeta. Alguns chegam a dizer que dos dezessete livros proféticos, o de Jonas é o menos profético, devido a sua pequenez e obscuridade entre os relatos vétero-testamentários.
Jonas profetizou durante o reinado de Jeroboão II, o rei mais poderoso de Israel, numa época em que a Assíria, país do qual Nínive era a cidade mais importante, era o maior inimigo do povo de Israel, vindo, inclusive, a consquistá-lo em 722 a.C.
O livro de Jonas começa com sua fuga. Podemos conjeturar algumas possíveis razões para a deserção deste profeta.
Jonas odiava os poderosos e ímpios assírios, que eram munícipes de uma cidade arrogante e perversa. Como todo judeu, o sentimento de pureza exclusiva fazia parte do coração de Jonas que se apresenta relutante, egoísta e rancoroso em relação àqueles que o Senhor Jeová decidiu aplicar misericórdia.
Outra razão pontual para o abandono da missão, certamente foi o preconceito fundado em razões de espiritualidade. Jonas se sentia mais puro e como conhecia o coração misericordioso de Deus, não queria admitir que os ninivitas fossem alcançados por essa misericórdia.
Por estas e outras razões, ele resolve fugir. Fugir da “presença do Senhor”. Medíocre tentativa de Jonas, pois o pensamento de Davi demonstra a impossibilidade do desejo deste profeta:
"Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?" Salmos 139.7
É impossível fugir da presença do Senhor. Você que está lendo esta mensagem, talvez esteja vivendo como Jonas, distante dos planos de Deus, se escondendo da vontade do Senhor ou amedrontado com o que pode acontecer se você se entregar plenamente aos caminhos do Eterno, a verdade que você precisa saber é esta: Todas as vezes que você fugir, Deus te trará de volta ao mesmo lugar de onde você saiu.
Foi assim com Moisés, com Paulo, com Abraão, com Jonas, comigo e certamente será assim com você. Andar fora da vontade de Deus é vaguear erroneamente por caminhos escuros, perder os tempos áureos da vida, se meter em projetos frustrantes, render-se à expectativas e motivações erradas e voltar para o mesmo lugar.
Jonas decide fugir para Társis como se Deus não conhecesse todas as rotas. Os caminhos de Deus permitem que Ele tenha um visão de todos os nossos atalhos:
"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos" Isaías 55.8,9.
A “engenharia de tráfego” de Deus é perfeita! Ele sabe que em alguns de nossos caminhos haverão enchentes, rios para atravessar e dificuldades afins. Por esta razão ele nos convida para andar nos Seus caminhos, dentro dos Seus planos, pode até parecer mais perigoso, mais distante ou mais cansativo, mas creia, é o melhor caminho.
Outra coisa que me impressiona na fuga alucinada de Jonas, é que durante o percurso para Társis, Deus começa a dar ordens a seres e pessoas e todos obedecem, exceto Jonas.
Deus dá ordem ao vento, aos marinheiros, ao peixe, ao mar e todos obedecem. Jonas permanece relutante, complicado, intransigente. Nem o absurdo natural provocado pelo Senhor, enviando um grande peixe para levá-lo à praia, consegue amolecer o coração de pedra de Jonas.
Os milagres que envolveram a fuga do profeta também não fizeram diferença para os sentimentos mesquinhos do mesmo. A salvação dos marinheiros, a conversão em massa na cidade de Nínive, o nascimento do arbusto, o desaparecimento do arbusto, etc. nada fez Jonas mudar de idéia.
Isso está refletido em nossos dias e é chamado pelo escritor Ruben Amorese de “Síndrome de Jonas”. E estamos sendo dominados por ela em nossa vida pessoal, em nosso relacionamento com Deus, em nossas igrejas, enfim.
Sintomas da Síndrome? Fugimos a todo instante. Buscamos intensamente aquilo que nos dá prazer e satisfação, sem nos importar qual seja a vontade de Deus, alimentamos nossos preconceitos religiosos e denominacionais a todo instante, oramos o que não sentimos, assim como Jonas fez nos interior do peixe, e achamos que Deus se engana com o nosso coração podre, hipócrita e leviano.
Além disso, negamos nossa fé Naquele que nos chamou, e dormimos no barco da vida enquanto as pessoas em nossa volta lutam desesperadamente buscando uma forma de não serem tragadas pelo mar violento desta vida.
E o pior de tudo, recusamos a misericórdia de Deus em nós e nos outros. Observe as palavras de Jonas:
"E orou ao Senhor e disse: Ah! Senhor! Não foi isso o que eu disse, quando estando ainda na minha terra? Por isso, me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te arrependes do mal" Jonas 4.2.
Jonas parece repreender ao Senhor por Ele ter agido com benevolência para com os ninivitas.
Francamente, Jonas me parece alguns crentes da minha igreja que acham seus costumes formam fatores sine qua non para salvação, que colocam em xeque a entrada no céu das pessoas que não participam da mesma opinião, que querem impor regras à manifestação da graça de Deus, ignorando o que foi dito pelo apóstolo:
"Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens" Tito 2.11.
Se parece com alguns pastores, que criam regras e regulamentos na intenção de fazer valer suas idéias e ignoram completamente o entendimento sadio e correto das sagradas escrituras, levando o povo à ignorância e a uma escravidão em nome da fé.
Jonas se parece muito comigo, um sujeito complicado, relutante ao ouvir uma determinação divina, que não consegue se entregar à vontade soberana de Deus, unicamente por falta de fé, de se desprender intelectualmente e acreditar que Aquele que comissiona e convida é responsável pelos resultados. Eu me vejo na figura de Jonas como um profeta medroso, um crente inconstante e um apóstolo intransigente.
Apesar de tudo isso, há em Jonas uma solução para tudo isso, veja o que Deus disse a Jonas:
"E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?" Jonas 4.11
A bondade de Deus para aplicar misericórdia, independe da vontade ou do sentimento de outras pessoas. Não importa com quem você se identifique nesta história, se com os ninivitas, ou com os marinheiros desesperados ou com o profeta fujão. Não adianta fugir. A graça de Deus te alcança onde você estiver e a vontade dele se cumpre seja onde for!
Sujeitemo-nos, portanto aos desejos de Deus, expressos na sua palavra, compreendendo que a sua vontade é sempre boa, perfeita e agradável.
Que o grande Rei te abençoe.
26 de novembro de 2010
VISÃO DE PLANEJAMENTO
(desconheço o autor)
Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.
Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caçada, convidando dois outros amigos caçadores para a África.
Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e,
milagrosamente, o tigre que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar.
Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto.
A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore.
Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, ficando manso e dançou.
Os caçadores não hesitaram e mataram-no com vários tiros. E foi assim, a flauta sendo tocada,
animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto.
A Flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos
amigos do Caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo.
O tocador, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum.
O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles "falou" com sabedoria:
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho.
Moral da Historia
a) Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo: Um dia podem falhar...
b) Tenha sempre planos de contingência.
c) Prepare alternativas para as situações imprevistas.
d) Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.
e) Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.
"Cuidado com os leões surdos"
Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.
Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caçada, convidando dois outros amigos caçadores para a África.
Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e,
milagrosamente, o tigre que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar.
Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto.
A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore.
Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, ficando manso e dançou.
Os caçadores não hesitaram e mataram-no com vários tiros. E foi assim, a flauta sendo tocada,
animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto.
A Flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos
amigos do Caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo.
O tocador, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum.
O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles "falou" com sabedoria:
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho.
Moral da Historia
a) Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo: Um dia podem falhar...
b) Tenha sempre planos de contingência.
c) Prepare alternativas para as situações imprevistas.
d) Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.
e) Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.
"Cuidado com os leões surdos"
24 de novembro de 2010
SHOW DA VIDA - FIM DA TEMPORADA 2010
Queridos amigos,
Estou muito feliz pelo encerramento da temporada 2010 do projeto SHOW DA VIDA.
Aquilo que seria apenas um evento, se transformou num grandioso instrumento de ação social e evangelização.
Durante este ano, vimos muitas pessoas sendo atendidas nas suas necessidades materiais, muitas outras doando suas vidas aos trabalhos do Reino, vimos também a mão milagrosa do Senhor sobre nossas vidas, enormes livramentos, libertações, e o principal, almas se convertendo a Cristo e se batizando para a glória do Senhor.
Encerramos a agenda de eventos em 2010, mas o trabalho continua. Agora é planejar, orar, buscar parceiros e investimentos, treinar os colaboradores e esperar fevereiro chegar, quando reiniciaremos as ações sociais e evangelísticas.
Quero agradecer a cada um dos associados, dos voluntários, dos patrocinadores, dos pastores, dos prestadores de serviços, a todos que fizeram o show da vida acontecer em 2010. Ano que vem seremos ainda melhores e maiores em nome de JESUS!
Aproveito para convidar a todos para a VIRADA SHOW DA VIDA, festa que estamos promovendo no dia 31 de dezembro, será um grande e maravilhoso momento de confraternização, comunhão e diversão. Aguardo a todos!
Abraço!
Estou muito feliz pelo encerramento da temporada 2010 do projeto SHOW DA VIDA.
Aquilo que seria apenas um evento, se transformou num grandioso instrumento de ação social e evangelização.
Durante este ano, vimos muitas pessoas sendo atendidas nas suas necessidades materiais, muitas outras doando suas vidas aos trabalhos do Reino, vimos também a mão milagrosa do Senhor sobre nossas vidas, enormes livramentos, libertações, e o principal, almas se convertendo a Cristo e se batizando para a glória do Senhor.
Encerramos a agenda de eventos em 2010, mas o trabalho continua. Agora é planejar, orar, buscar parceiros e investimentos, treinar os colaboradores e esperar fevereiro chegar, quando reiniciaremos as ações sociais e evangelísticas.
Quero agradecer a cada um dos associados, dos voluntários, dos patrocinadores, dos pastores, dos prestadores de serviços, a todos que fizeram o show da vida acontecer em 2010. Ano que vem seremos ainda melhores e maiores em nome de JESUS!
Aproveito para convidar a todos para a VIRADA SHOW DA VIDA, festa que estamos promovendo no dia 31 de dezembro, será um grande e maravilhoso momento de confraternização, comunhão e diversão. Aguardo a todos!
Abraço!
5 de novembro de 2010
SOBRE A VÍRGULA
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
(Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
28 de outubro de 2010
QUEM DEU CRÉDITO A NOSSA PREGAÇÃO?
É um tempo oportuno para refletirmos na relevância da pregação. Não se trata de avaliar hermenêutica e homileticamente os discursos, muito menos questionar os padrões de preparo dos pregadores, e muito mais distante, filosofar sobre aspectos da filosofia denominacional que gera estilos variados de pregações.
A reflexão que propomos está ligada ao espírito da pregação cristã e à substância bíblica que ela deve respeitar, considerando que todos os cristãos admitem a autoridade normativa única e suprema das escrituras sagradas.
A pregação deve se apresentar como uma resposta de Deus para questões do povo em épocas, lugares e circunstancias diferentes. Devemos considerar ainda a outorga do sacerdócio a todos os santos, para, a partir destas duas observações pensar em alguns pontos relacionados à pregação.
O primeiro ponto é que a pregação não é mais monopólio do púlpito, ou seja, cada servo do Senhor ao receber Dele uma revelação ou compreensão da palavra se torna responsável por encaminhá-la aos seus semelhantes seja pelo discurso oral ou por atitudes e obras que representem a mensagem recebida.
Devemos pensar ainda na autoridade bíblica de todas as ministrações que recebemos. Não podemos aceitar que experiências pessoais ou fatos aparentemente miraculosos ou ainda argumentações altamente ponderáveis consigam suprimir a força inspiradora da palavra de Deus. Se ela não tiver o primeiro lugar, nenhum outro lhe será útil.
Outro pensamento que não deve nos faltar é o de que a pregação é uma manifestação gratuita do amor e do interesse de Deus para com seus filhos. O perigo se avoluma quando a pregação se torna uma profissão. Constrói-se uma cenário para exploração da fé alheia, para manipulação das massas simples e uma outra série de injustiças feitas em nome de Deus. Vozes que expressam seus mais sórdidos interesses com o prelúdio “assim diz o Senhor”.
Esse é um tempo em que as fragilidades humanas estão muito expostas e, por outro lado, as soluções estão enlatadas nas prédicas falaciosas daqueles que vêm em pele de ovelha, mas são de espécies bem diferentes.
Em Jeremias 3.15, Deus promete ao seu povo que os “pregadores” dados por ele, teriam duas características que, na minha modesta avaliação, estão escassas aos pregadores gratuitos da atualidade: ciência e inteligência. Sem conhecimento e sem discernimento não há pregação que tenha efeito resistente.
Mas porque o profeta reclama que ninguém acreditou no que se pregava? Porque a pregação que Jesus trazia era revolucionária, subversiva aos padrões do sistema vigente, denunciante das mazelas das pessoas, a pregação era amorosa, ao invés de manipuladora, era libertadora mas sem ser conivente com o natureza má das pessoas.
Esses são alguns dos ingredientes que, estranhamente, causam repulsa nas pessoas até os dias de hoje.
Mas o objetivo destas palavras não é reclamar ou simplesmente levantar insatisfações pessoais, o que pretendo é motivar aos que amam a genuína pregação e sentem prazer em fazer de suas vidas um canal por onde Deus possa se revelar ao mundo; não do jeito do mundo, mas na forma de Deus.
Escrevo para dizer que ainda que a pregação verdadeira não tenha tanto crédito, vale a pena viver por um propósito e que morrer só vale a pena se for por uma missão.
Que o grande rei te abençoe!
A reflexão que propomos está ligada ao espírito da pregação cristã e à substância bíblica que ela deve respeitar, considerando que todos os cristãos admitem a autoridade normativa única e suprema das escrituras sagradas.
A pregação deve se apresentar como uma resposta de Deus para questões do povo em épocas, lugares e circunstancias diferentes. Devemos considerar ainda a outorga do sacerdócio a todos os santos, para, a partir destas duas observações pensar em alguns pontos relacionados à pregação.
O primeiro ponto é que a pregação não é mais monopólio do púlpito, ou seja, cada servo do Senhor ao receber Dele uma revelação ou compreensão da palavra se torna responsável por encaminhá-la aos seus semelhantes seja pelo discurso oral ou por atitudes e obras que representem a mensagem recebida.
Devemos pensar ainda na autoridade bíblica de todas as ministrações que recebemos. Não podemos aceitar que experiências pessoais ou fatos aparentemente miraculosos ou ainda argumentações altamente ponderáveis consigam suprimir a força inspiradora da palavra de Deus. Se ela não tiver o primeiro lugar, nenhum outro lhe será útil.
Outro pensamento que não deve nos faltar é o de que a pregação é uma manifestação gratuita do amor e do interesse de Deus para com seus filhos. O perigo se avoluma quando a pregação se torna uma profissão. Constrói-se uma cenário para exploração da fé alheia, para manipulação das massas simples e uma outra série de injustiças feitas em nome de Deus. Vozes que expressam seus mais sórdidos interesses com o prelúdio “assim diz o Senhor”.
Esse é um tempo em que as fragilidades humanas estão muito expostas e, por outro lado, as soluções estão enlatadas nas prédicas falaciosas daqueles que vêm em pele de ovelha, mas são de espécies bem diferentes.
Em Jeremias 3.15, Deus promete ao seu povo que os “pregadores” dados por ele, teriam duas características que, na minha modesta avaliação, estão escassas aos pregadores gratuitos da atualidade: ciência e inteligência. Sem conhecimento e sem discernimento não há pregação que tenha efeito resistente.
Mas porque o profeta reclama que ninguém acreditou no que se pregava? Porque a pregação que Jesus trazia era revolucionária, subversiva aos padrões do sistema vigente, denunciante das mazelas das pessoas, a pregação era amorosa, ao invés de manipuladora, era libertadora mas sem ser conivente com o natureza má das pessoas.
Esses são alguns dos ingredientes que, estranhamente, causam repulsa nas pessoas até os dias de hoje.
Mas o objetivo destas palavras não é reclamar ou simplesmente levantar insatisfações pessoais, o que pretendo é motivar aos que amam a genuína pregação e sentem prazer em fazer de suas vidas um canal por onde Deus possa se revelar ao mundo; não do jeito do mundo, mas na forma de Deus.
Escrevo para dizer que ainda que a pregação verdadeira não tenha tanto crédito, vale a pena viver por um propósito e que morrer só vale a pena se for por uma missão.
Que o grande rei te abençoe!
1 de outubro de 2010
PÓS MODERNIDADE, IGREJA E REINO DE DEUS - FINAL
A criatividade é uma ferramenta para o reino de Deus
Para saber se alguém é criativo, precisamos antes ter clareza sobre o que é criatividade. Veja algumas definições, coletadas em livros diversos:
Capacidade de elaborar teorias científicas, inventar instrumentos e/ou aparelhos, ou produzir obras de arte;
A capacidade de produzir coisas novas e valiosas;
A capacidade de desestruturar a realidade e reestruturá-la de outras maneiras;
O ato de unir duas coisas que nunca haviam estado unidas e tirar daí uma terceira coisa;
Uma técnica de resolver problemas;
Uma capacidade inata que é bloqueada por influências culturais e ambientais.
Deus confia tanto na criatividade humana, que mandou o homem administrar a terra, mas não disse como, não deixou um manual ou um livro de sugestões, apenas disse:
Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi. (Gn 1. 28-30)
Especialistas nas mais diversas áreas, especialmente na educação, têm dito que um grande mal do nosso tempo é a preguiça de pensar, a incapacidade de raciocinar. É fácil se acostumar com situações prontas e acabadas, com sentenças curtas do tipo “não pode, já estamos acostumados assim, deu certo até hoje desse jeito, etc”. É bem mais cômodo atribuir o continuismo a um fator cultural e, quase sempre, espiritual.
Com um pouco de criatividade pode fazer muito pelo reino de Deus. Estratégias são geradas na criatividade, projetos acontecem pela criatividade. O ministério de Jesus foi muito criativo, nunca houve nada igual, ninguem ao menos falava como Ele. Nosso tempo valoriza muito as imitações, tenho vistos das mais bizarras, até “revelações” já podem ser copiadas; o reino carece de criatividade.
Para saber se alguém é criativo, precisamos antes ter clareza sobre o que é criatividade. Veja algumas definições, coletadas em livros diversos:
Capacidade de elaborar teorias científicas, inventar instrumentos e/ou aparelhos, ou produzir obras de arte;
A capacidade de produzir coisas novas e valiosas;
A capacidade de desestruturar a realidade e reestruturá-la de outras maneiras;
O ato de unir duas coisas que nunca haviam estado unidas e tirar daí uma terceira coisa;
Uma técnica de resolver problemas;
Uma capacidade inata que é bloqueada por influências culturais e ambientais.
Deus confia tanto na criatividade humana, que mandou o homem administrar a terra, mas não disse como, não deixou um manual ou um livro de sugestões, apenas disse:
Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi. (Gn 1. 28-30)
Especialistas nas mais diversas áreas, especialmente na educação, têm dito que um grande mal do nosso tempo é a preguiça de pensar, a incapacidade de raciocinar. É fácil se acostumar com situações prontas e acabadas, com sentenças curtas do tipo “não pode, já estamos acostumados assim, deu certo até hoje desse jeito, etc”. É bem mais cômodo atribuir o continuismo a um fator cultural e, quase sempre, espiritual.
Com um pouco de criatividade pode fazer muito pelo reino de Deus. Estratégias são geradas na criatividade, projetos acontecem pela criatividade. O ministério de Jesus foi muito criativo, nunca houve nada igual, ninguem ao menos falava como Ele. Nosso tempo valoriza muito as imitações, tenho vistos das mais bizarras, até “revelações” já podem ser copiadas; o reino carece de criatividade.
30 de setembro de 2010
PÓS MODERNIDADE, IGREJA E REINO DE DEUS - PARTE 4
A Música é ferramenta para o reino de Deus
Lembro-me da época em que a música era separada entre “hino” e “música mundana”. Iniciou-se uma abertura, que confundiu-se com mistura e hoje buscamos o caminho do equilíbrio.
Uma definição clássica de música diz: “música é a arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante os sons”. Essa definição lembra o que diz o popular “cada alma sente de um jeito”; e assim sendo, cada alma se expressa de maneira diferente.
Há um poder imensurável na música. Tinham, pois muita razão os filósofos gregos ao darem à música um importante papel na educação e formação dos jovens. Aristóteles prevenia que "pelo ritmo e pela melodia nasce uma grande variedade de sentimentos" e que "a música pode ajudar na formação do caráter" e que “se pode distinguir os gêneros musicais por sua repercussão sobre o caráter”. Tal gênero, por exemplo, leva à melancolia, tais outros sugerem o desânimo ou domínio de si mesmo, o entusiasmo ou alguma outra disposição já mencionada. (Citação de Aristóteles - apud W. Matt -Le Rock'n Roll, instrument de Revolution et de subversion culturelle - EdSt. Raphael Sherbrooke, Quebec, 1981 pág. 6)
Platão é ainda mais claro. No diálogo República, ele adverte que a música forma ou deforma os, caracteres de modo tanto mais profundo e perigoso quanto mais inadvertido. A maior parte das pessoas não percebe que a música tem o poder de mudar o coração dos homens, e que assim, pouco a pouco, molda a sua mentalidade. Mudando as mentalidades, a música termina por transformar os costumes, o que determina a mudança das leis e das próprias instituições. Por isto dizia Platão que é possível conquistar ou revolucionar uma cidade pela mudança de sua música.
Para Platão, a educação musical é a mais poderosa, porque permite introduzir na alma da criança, desde a mais tenra infância, o amor à beleza e à virtude. A pessoa bem educada musicalmente mais facilmente perceberia a beleza e a harmonia. E como não há amor sem ódio, ela também odiaria o feio e o mal. E pergunta Platão: "Não saberá (tal pessoa) louvar o que é bom, receber o bem com deleite e, acolhendo-o na alma, nutrir-se dele e fazer-se um homem de bem, ao mesmo tempo em que detesta e repele o feio desde criança, mesmo antes de poder raciocinar? E assim quando chegar a razão, a pessoa educada por essa forma a reconhecerá e acolherá como uma velha amiga". (Platão,República, Livro III)
Bem educados musicalmente, continua Platão, os jovens crescerão numa terra salubre, sem perder um só dos eflúvios de beleza que cheguem aos seus olhos e ouvidos, procedentes de toda parte, como se uma aura vivificadora os trouxesse de regiões mais puras, induzindo nossos cidadãos, desde a infância a imitar a idéia do belo, a amá-la e a sintonizar com ela. (Platão, idem, ibidem.) Por isso, conclui Platão, não se deveria permitir que os artistas exibam "as formas do vício, da intemperança, da vileza ou da indecência, na escultura, na edificação e nas outras artes criadoras... " Não admitiremos que nossos guardiões cresçam rodeados de imagens de depravação moral, alimentando-se, por assim dizer, de uma erva má que houvesse nascido aqui e ali, em pequenas quantidades, mas dia após dia, de modo a introduzirem, sem se aperceber disso, uma enorme fonte de corrupção em suas almas". (Platão, idem, ibidem)
Platão insiste no poder insinuante da música de agir sem ser percebida, a ponto de conseguir destruir ou revolucionar uma sociedade, "pois é aí que a ilegalidade se insinua mais facilmente, sem ser percebida...sob forma de recreação, à primeira vista inofensiva".
"Nem, a princípio, causa dano algum, mas esse espírito de licença depois de encontrar um abrigo, vai-se introduzindo imperceptivelmente nos usos e costumes; e daí passa, já fortalecido, para os contratos entre os cidadãos, e após os contratos, invade as leis e constituições, com maior impudência, até que, ó Sócrates,transforma toda, a vida privada e pública". (Platão, República,Livro III).
Em se tratando de reino de Deus, nossa música tem seguido o padrão pós-moderno e alimentam, quase sempre, uma espiritualidade vazia, sem compromisso sério com a palavra de Deus; outras vezes dizem de desvios doutrinários escandalosos e letras vazias, repetitivas e cansativas. Música é arte, e como tal deve se moldar pelos critérios de originalidade, conteúdo e objetividade.
A bíblia está repleta de exemplos de música para pontear situações espirituais. Eis algumas:
Sucedeu porém que, retornando eles, quando Davi voltava de ferir o filisteu, as mulheres de todas as cidades de Israel saíram ao encontro do rei Saul, cantando e dançando alegremente, com tamboris, e com instrumentos de música. (Ism 18.6)
E os homens trabalhavam fielmente na obra; e os superintendentes sobre eles eram Jaate e Obadias, levitas, dos filhos de Merári, como também Zacarias e Mesulão, dos filhos dos coatitas, para adiantarem a obra; e todos os levitas que eram entendidos em instrumentos de música. (IICr 34.12)
E quando o espírito maligno da parte de Deus vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa, e a tocava com a sua mão; então Saul sentia alívio, e se achava melhor, e o espírito maligno se retirava dele. (Ism 16.23)
Ora, quando começaram a cantar e a dar louvores, o Senhor pôs emboscadas contra os homens de Amom, de Moabe e do monte Seir, que tinham vindo contra Judá; e foram desbaratados. (IICr 20.21)
Se sabemos desse poder que existe na música, deveríamos, entao empreender os maiores esforços em usá-la para o bem do reino de Deus, para moldar sentimentos dos cristãos, acalentar a alma da comunidade cristã, evangelizar amolecendo corações com boa música, deixando-os prontos para receber a palavra.
Algumas perguntas intrigantes: por que músico “de igreja” nao gosta de ensaiar? Com base em que, alguem chega no altar e diz “nao sei fazer isso direito, mas vou fazer para honra e glória do Senhor”? Será que uma mudança no estilo de música nos cultos deixariam nossas reuniões mais alegres? Deus tem, verdadeiramente, operado em nós por meio de nossas cançoes?. Aguardamos respostas, e o reino de Deus agradece se elas chegarem rápido.
Lembro-me da época em que a música era separada entre “hino” e “música mundana”. Iniciou-se uma abertura, que confundiu-se com mistura e hoje buscamos o caminho do equilíbrio.
Uma definição clássica de música diz: “música é a arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante os sons”. Essa definição lembra o que diz o popular “cada alma sente de um jeito”; e assim sendo, cada alma se expressa de maneira diferente.
Há um poder imensurável na música. Tinham, pois muita razão os filósofos gregos ao darem à música um importante papel na educação e formação dos jovens. Aristóteles prevenia que "pelo ritmo e pela melodia nasce uma grande variedade de sentimentos" e que "a música pode ajudar na formação do caráter" e que “se pode distinguir os gêneros musicais por sua repercussão sobre o caráter”. Tal gênero, por exemplo, leva à melancolia, tais outros sugerem o desânimo ou domínio de si mesmo, o entusiasmo ou alguma outra disposição já mencionada. (Citação de Aristóteles - apud W. Matt -Le Rock'n Roll, instrument de Revolution et de subversion culturelle - EdSt. Raphael Sherbrooke, Quebec, 1981 pág. 6)
Platão é ainda mais claro. No diálogo República, ele adverte que a música forma ou deforma os, caracteres de modo tanto mais profundo e perigoso quanto mais inadvertido. A maior parte das pessoas não percebe que a música tem o poder de mudar o coração dos homens, e que assim, pouco a pouco, molda a sua mentalidade. Mudando as mentalidades, a música termina por transformar os costumes, o que determina a mudança das leis e das próprias instituições. Por isto dizia Platão que é possível conquistar ou revolucionar uma cidade pela mudança de sua música.
Para Platão, a educação musical é a mais poderosa, porque permite introduzir na alma da criança, desde a mais tenra infância, o amor à beleza e à virtude. A pessoa bem educada musicalmente mais facilmente perceberia a beleza e a harmonia. E como não há amor sem ódio, ela também odiaria o feio e o mal. E pergunta Platão: "Não saberá (tal pessoa) louvar o que é bom, receber o bem com deleite e, acolhendo-o na alma, nutrir-se dele e fazer-se um homem de bem, ao mesmo tempo em que detesta e repele o feio desde criança, mesmo antes de poder raciocinar? E assim quando chegar a razão, a pessoa educada por essa forma a reconhecerá e acolherá como uma velha amiga". (Platão,República, Livro III)
Bem educados musicalmente, continua Platão, os jovens crescerão numa terra salubre, sem perder um só dos eflúvios de beleza que cheguem aos seus olhos e ouvidos, procedentes de toda parte, como se uma aura vivificadora os trouxesse de regiões mais puras, induzindo nossos cidadãos, desde a infância a imitar a idéia do belo, a amá-la e a sintonizar com ela. (Platão, idem, ibidem.) Por isso, conclui Platão, não se deveria permitir que os artistas exibam "as formas do vício, da intemperança, da vileza ou da indecência, na escultura, na edificação e nas outras artes criadoras... " Não admitiremos que nossos guardiões cresçam rodeados de imagens de depravação moral, alimentando-se, por assim dizer, de uma erva má que houvesse nascido aqui e ali, em pequenas quantidades, mas dia após dia, de modo a introduzirem, sem se aperceber disso, uma enorme fonte de corrupção em suas almas". (Platão, idem, ibidem)
Platão insiste no poder insinuante da música de agir sem ser percebida, a ponto de conseguir destruir ou revolucionar uma sociedade, "pois é aí que a ilegalidade se insinua mais facilmente, sem ser percebida...sob forma de recreação, à primeira vista inofensiva".
"Nem, a princípio, causa dano algum, mas esse espírito de licença depois de encontrar um abrigo, vai-se introduzindo imperceptivelmente nos usos e costumes; e daí passa, já fortalecido, para os contratos entre os cidadãos, e após os contratos, invade as leis e constituições, com maior impudência, até que, ó Sócrates,transforma toda, a vida privada e pública". (Platão, República,Livro III).
Em se tratando de reino de Deus, nossa música tem seguido o padrão pós-moderno e alimentam, quase sempre, uma espiritualidade vazia, sem compromisso sério com a palavra de Deus; outras vezes dizem de desvios doutrinários escandalosos e letras vazias, repetitivas e cansativas. Música é arte, e como tal deve se moldar pelos critérios de originalidade, conteúdo e objetividade.
A bíblia está repleta de exemplos de música para pontear situações espirituais. Eis algumas:
Sucedeu porém que, retornando eles, quando Davi voltava de ferir o filisteu, as mulheres de todas as cidades de Israel saíram ao encontro do rei Saul, cantando e dançando alegremente, com tamboris, e com instrumentos de música. (Ism 18.6)
E os homens trabalhavam fielmente na obra; e os superintendentes sobre eles eram Jaate e Obadias, levitas, dos filhos de Merári, como também Zacarias e Mesulão, dos filhos dos coatitas, para adiantarem a obra; e todos os levitas que eram entendidos em instrumentos de música. (IICr 34.12)
E quando o espírito maligno da parte de Deus vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa, e a tocava com a sua mão; então Saul sentia alívio, e se achava melhor, e o espírito maligno se retirava dele. (Ism 16.23)
Ora, quando começaram a cantar e a dar louvores, o Senhor pôs emboscadas contra os homens de Amom, de Moabe e do monte Seir, que tinham vindo contra Judá; e foram desbaratados. (IICr 20.21)
Se sabemos desse poder que existe na música, deveríamos, entao empreender os maiores esforços em usá-la para o bem do reino de Deus, para moldar sentimentos dos cristãos, acalentar a alma da comunidade cristã, evangelizar amolecendo corações com boa música, deixando-os prontos para receber a palavra.
Algumas perguntas intrigantes: por que músico “de igreja” nao gosta de ensaiar? Com base em que, alguem chega no altar e diz “nao sei fazer isso direito, mas vou fazer para honra e glória do Senhor”? Será que uma mudança no estilo de música nos cultos deixariam nossas reuniões mais alegres? Deus tem, verdadeiramente, operado em nós por meio de nossas cançoes?. Aguardamos respostas, e o reino de Deus agradece se elas chegarem rápido.
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